Disciplinas

Disciplinas Eletivas I

  • FF-017 Adaptações dos Sistemas Orgânicos ao Treinamento Físico

Ementa: Características dos sistemas biológicos. O sistema muscular: o exercício e o tratamento físico. Ajustes e adaptações cardiovasculares ao exercício e treinamento físico. Ajustes e adaptações do sistema respiratório ao treinamento físico. Capacidade funcional. Fatores ambientais e o desempenho físico. Riscos e benefícios de exercício físico.
Bibliografia:
Weineck, J. Treinamento Ideal. Manole, São Paulo; 1999.
Weineck, J. Biologia do Esporte. Manole, São Paulo; 2005.
 

  • FF-045 Atividade Física e Adaptação

Ementa: Conhecimentos teóricos relacionados à atividade física e aos processos adaptativos em indivíduos normais e em populações com necessidades especiais.

Bibliografia:
ADMAS,R.C. et.alli.- Jogos, Esportes e Exercícios para o portador de Deficiência Física 3a. ed. manole, São Paulo, 1985
AMERICAN COLLEGE SPORTS MEDICINE Manual para teste de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter, 4ª edição, 1996.
ANDRADE, B. J. F. & GAYA, A. C. A. Treinamento Físico do Sedentário e do Coronariopata. In: PINI, M. C. et al. Fisiologia Esportiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 271-281, 1983.
ANDREWS, J.R.; HARRELSON, G.L.; WILK, K.E.. Reabilitaçào física das lesões desportivas. Rio de Janeiro: Guanabar Koogan
ARAÚJO, W.B. Ergometria & cardiologia desportiva. Rio de janeiro: Medsi, 1986.
ARTAL, R e WISWELL, R. Exercícios na gravidez. São Paulo: Manole, 1987.
ASTRAND, P. & RODAHL, K. (1987). Tratado de fisiologia do exercício. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
BALLOR D. L. & KESSEY, R. E. A meta-analysis of the factors affecting exercise induced changes in body mass, fat mass and fat-free mass in males and females. Int. J. Obesity., 15: 717-726, 1991.
BLAIR, S. N., H. W. KOHL, N. F. GORDON & PAFFENBARG
BYRNE, A.& BYRNE, D.G. The effect of exercise on depression, anxiety and other mood states: a review. J Psycho Res, 37 (6): 565-74, 1993.
DAVIS,R.W. Inclusion Through Sports. Human Kinetics: Champaign, IL, 2002.
EICHSTAEDT, C.B. & LAVAY,B.W. Physical activity for individuals with mental retardation: infancy througt adulthood, Human Kinetics : Champaign, illinois, 1992.
ER, RS. How much physical activity is good for health? Annu Rev Publ Health, 13: 99-126, 1992.
FRONTERA,W.R.; DAWSON,D.M. e SLOVIK,D.M. Exercício físico e reabilitação. Trad. Maria da Graça Figueró da Silva e Jussara Burnier.-Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
GHORAYEB, N.; BARROS, T. O Exercício. São Paulo: Atheneu, 1999.
GUEDES, D.P. & GUEDES, J.E.R.P. Exercício físico na promoção da saúde. Londrina: Midiograf, 1995. GUEDES, D.P.;
GUEDES, J.E.R.P. Crescimento, composição corporal e desempenho motor.São Paulo: CLR Balieiro, 1997.
GUYTON, A.C. Fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 6a edição,1988.
KENDALL, F.P.; McCREARY, E.K.. Músculos – provas e funções São Paulo: Manole McARDLE, W.D.; KATCH, F.I. & KATCH, V.L. Fisiologia do Exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
NIEMAN, D.C. Exercício e saúde. São Paulo: Manole, 1999.
PAFFENBARGER, R.S et all Physical activity, others life-style patterns, cardiovascular disease and longevity. Acta Med Scan, 711(suppl.): 85- 91, 1986. POLLOCK, ML e WILMORE, JH. Exercícios na saúde e na doença. A Doença Cardiovascular. Rio de Janeiro (RJ): Medsi, cap. 1, p 3-45, 1993.
POLLOCK, ML; WILMORE, JH e FOX III, SM Exercícios na saúde e na doença. Doenças Cardiovasculares.. Rio de Janeiro (RJ): Medsi, cap. 1, p 3-27, 1986. POWERS, SK; HOWLEY, ET Fisiologia do Exercício. São Paulo: Manole, 2000.
SALTER, R.B.. Distúrbios e lesões do sistema músculo-esquelético Rio de Janeiro: Medsi
SHARKEY, BJ Condicionamento Físico e Saúde. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SHEPARD, R.J. Exercise in coronary heart disease. Sports Med, 3: 26-49, 1986.
SHERRIL,C. Adapted Physical Activity, Recreation and Sport. Crossdisciplinary and Lifespan. 5th ed. Dubuque: McGraw-Hill., 1998.
SKINNER, J.S. (1991). Prova de esforço e prescrição de exercícios para casos específicos. Rio de Janeiro: Revinter.
SNIDER, R.K.. Tratamento das doenças do sistema musculoesquelético. Ed. Manole, 1 ed, São Paulo
WEINECK, J. (1991). Biologia do esporte. São Paulo: Manole.
WILMORE, JH; COSTILL, DL Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo: Manole, 2001.
WINNICK,J.P. & SHORT,F.X. Testes de aptidão física para jovens com necessidades especiais. 3a. edição. São Paulo: Manole, 2001
WINNICK,J.P. Educação Física e Esportes Adaptados. 1a. Edição. São Paulo: Manole, 2004
 

  • FF-047 Abordagem de Pesquisa em Atividade Física e Adaptação

Ementa: Métodos e técnicas nas linhas de pesquisas da área de concentração.

Bibliografia:
BARROS, A.J.P. de, LEHFELD, N.A.S. Projetos de pesquisa: propostas metodológicas Petrópolis, RJ: Vozes, 1990. 102p.
CARVALHO, M.C.M de Construindo o saber: técnica de metodologia científica. 2. Ed. Campinas, SP: Papirus, 1989. 180p
DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1989. 287p.
ECO, U. Como se faz uma tese. 3ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 1986, 184p.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de Pesquisa. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 1991. 159p
HOWLEY, E.T., FRANKS, B.D. Health fitness instructor´s handbook. 3ª ed. Champaingn: Human Kinetics, 1997. 538p.
HÜHNE, L.M. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Agir, 1990. 263p.
KAPLAN, A. A conduta na pesquisa: metodologia para as ciências do comportamento. São Paulo: Helder, 1969. 440p.
MAUD, P.J., FOSTER, C. Physilogical assessment of human fitness. Champaign: Human Kinetics, 1995. 296p.
MORROW, J.R. (et al.). Measurement and evaluation in human performance. Illiniois: Human Kinetics, 1995. 406p.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 4ª Ed. São Paulo: Cortez, 1988. 105p.
THOMAS, J.R., NELSON, J.K. Research methods in physical activity. 3ª ed Champaign: Human Kinetics, 1996. 485p. __________. Métodos de Pesquisa em Atividade Física. 3ª Ed Porto Alegre Artmed, 2002;
TRIVIÑOS, A.N.S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 3ª Ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1992. 175p.

 

  • FF-068 Estudos Independentes em Educação Física Adaptada

Ementa: Leituras e atividades independentes realizadas em Educação Física Adaptada.

Bibliografia:
ARAUJO, P. F. de. Desporto Adaptado no Brasil: Origem Institucionalização e Atualidade. Ministério da Educação e do Desporto (INDESP), 1997, p. 140. ______________. A Educação Física para Pessoas Portadoras de Deficiências nas Instituições Especializadas de Campinas. Campinas: Editora da Unicamp, 1999.
BRASIL, Política Nacional de Educação Especial. Série livro 1. Brasília: MEC/SEESP, 1994
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96, Brasília, 1996
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. 1º e 2º ciclos (1ª a 4ª série). Brasília, MEC/SEF, 1997
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. 3º e 4º ciclo (5ª á 8ª série). Brasília, MEC/SEF, 1998. BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio/ Secretaria do Ensino Médio. Brasília, MEC/SEF, 1999.
BUENO, S.T.; RESA, J. A. Z. Educación Física para niños y niñas com necesidades educativas especiales. Málaga: Aljibe, 1995
CARMO, A. A. do. Deficiência física: a sociedade brasileira cria, recupera e discrimina. Brasília: Secretaria dos Desportos/PR, 1991.
CASTELANI FILHO, L. Educação Física no Brasil: A história que não se conta. 4 ed. Campinas: Papirus, 1995
DAÓLIO, Educação física brasileira: Autores e atores da década de 1980. Campinas: Papirus, 1998
DARIDO, S.C. Teoria, prática e reflexão na formação profissional em Educação Física, Motriz, v.1, n.2 p.124-128, 1995
DEMO, P. A nova LDB: Ranços e avanços. Campinas,1997
DO CARMO, A.A. Deficiência física: a sociedade brasileira cria, recupera e discrimina. Brasília: Secretaria dos Desportos, 1991
FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. 3 ed. Rio de Janeiro: Florence-Universitária, 1987
GHIRALDELLI JÚNIOR, P. Educação Física progressista. A pedagogia crítico social dos conteúdos e a Educação Física brasileira. São Paulo: Loyola, 2001 Huizinca, J. Homo Ludens. São Paulo: ed. Perspectiva. 1980.
LABORINHA, L. A produção cientifica em Educação Física: positivismo e humanismo, afirmação e busca de uma influencia. In FARIAS JÚNIOR, A. G. FARINATTI, P.T. Pesquisa e produção do conhecimento em Educação Física. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, p. 96-91,1992.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed São Paulo: Atlas, 1991.
MANTOAN, M.T.E. et al. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo, SP: Memnon/Senac, 1997. RODRIGUEZ, J. L. A Educação Física no contexto interdisciplinar e a pessoa portadora de deficiência. Campinas, Universidade Estadual de Campinas, Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação Física, 1991.
SANTIN, S. Educação Física e Esportes no Ensino de 3º grau: perspectiva filosóficas e antropológicas. In: PASSOS, S. et al. Educação Física e Esportes na Universidade. Brasília: SEED/MEC, 1998 p. 51-7.
SELLTIZ et al. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. Trad. Dante Moreira Leite. 2 ed. São Paulo: Ed. Herder, 1972.
SHILDER, P. A imagem do corpo. São Paulo: Martins Fontes, 1980
THOMAS, J.R., JACK, K.N. Métodos de pesquisa em atividade física. ed. 3. Porto Alegre, RS: Artmed, 2002
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1992.
WINNICK, P. J. Adapted Physical and Sport. Champaign: Human Kinectis, 1990.
 

  • FF-146 Metodologia da Pesquisa Científica em Atividade Física, Esporte e Lazer

Ementa: Propiciar oportunidades para o debate de questões relevantes acerca da natureza da ciência e da produção científica tendo como influência o campo das ciências humanas; possibilitar o aprofundamento da discussão metodológica de temas de Educação Física, Esporte e Lazer.

Bibliografia:
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico, (trad. Sergio Bath), São Paulo, Martins Fontes, 1987.
CARVALHO, Alex Moreira et al. Aprendendo metodologia científica, São Paulo, O Nome da Rosa, 2000.
COSTA, Newton Carneiro Afonso. O conhecimento científico, São Paulo, Discurso editorial, 1997.
DIGGINS, John Patrick. Max Weber: a política e o espírito da tragédia (trad. Lizst Vieira e Marcus Lessa), Rio de Janeiro, Record, 1999.
FEYERABAND, Paul. Contra o método (trad. Octanny S. da Mota e leonidas Hegember), Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves, 1977.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir (trad. Lígia M. Ponde Varsallo), Petrópolis, Rio de Janeiro, Vozes, 1977.
FREITAS, Maria Ester. Viva a tese: um guia de sobrevivência, Rio de Janeiro, Editora FGV, 2001.
GIANNOTTI, José Arthur. A universidade em ritmo de barbárie, São Paulo, Brasiliense, 1986.
GUTIERREZ, Gustavo Luis. Lazer e prazer: questões metodológicas e alternativas políticas, Campinas, São Paulo, Autores Associados, 2001.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas (trad. Beatriz Viana Boeira e Nelson Boeira São Paulo, Perspectiva, 1996.
OLIVEIRA, Paulo de Salles (org.). Metodologia das Ciências Humanas, São Paulo, Hucitec, UNESP, 1998.
TRAGTEMBERG, Maurício. A delinqüência acadêmica: o poder sem saber e o saber sem poder, São Paulo, Rumo, 1979.

 

  • FF-170 Processos de Avaliação Motora em Educação Física Adaptada I

Ementa: Estudo dos aspectos gerais da avaliação para pessoas com deficiência. Técnicas, instrumentos, protocolos e padronização de medidas. Adaptações e ajustes de testes para diferentes grupos.

Bibliografia:
EICHSTAEDT, C.B. & LAVAY,B.W. Physical activity for individuals with mental retardation: infancy througt adulthood. Human Kinetics : Champaign, illinois, 1992.
FONSECA,V. Manual de Observação pscimotora: significação psiconeurológica dos fatores psciomotores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. p.371 FRONTERA,W.R.; DAWSON,D.M. e SLOVIK,D.M. Exercício físico e reabilitação. Trad. Maria da Graça Figueró da Silva e Jussara Burnier.-Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
GORLA,J.I. Coordenação corporal de portadores de deficiência mental: avaliação e intervenção. Campinas, 2001, pp 134, dissertação de mestrado em Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2001.
GORLA,J.I. Desenvolvimento de Equações Generalizadas para Estimativa da Coordenação Motora em Crianças e Adolescentes Portadores de Deficiência Mental. Campinas, 2004, pp 213, Tese de Doutorado em Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2004.
GORLA,J.I. e ARAUJO,P.F. Avaliação motora em educação física adaptada: teste KTK para deficientes mentais. 1ª. Ed. Phorte Editora: São Paulo, 2007. p.152.
GUEDES,D.P. & GUEDES, J.E.-Crescimento, composição corporal e desempenho motor de crianças e adolescentes. São Paulo: Balieiro, 1997.
GUEDES,D.P. & GUEDES, J.E.-Manual prático para avaliação em Educação Física. São Paulo: Manole, 2006.
KIPHARD, E. J.; SCHILLING, V.F. Körper-koodinations-test für kinder ktk: manual Von Fridhelm Schilling. Weinhein: Beltz Test, 1974.
MALINA, R.M. & BOUCHARD, C. Atividade Física do Atleta Jovem: do crescimento à maturação/ revisão cientifica, Jayme de Paula Gonçalves; (tradução, Cláudio Assencio Rocha, Lúcia Speed Ferreira de Mello).- São Paulo: Roca, 2002.
SHERRIL,C. Adapted Physical Activity, Recreation and Sport. Crossdisciplinary and Lifespan. 5th ed. Dubuque: McGraw-Hill., 1998.
WEEKS,R C., ELLIOTT,D. Perceptual-motor behavior in Down Syndrome. Human Kinetics, 2000.
WINNICK,J.P. & SHORT,F.X. The brockport physical fitness test manual. Human Kinetics : Champaign, illinois, 1999.
WINNICK,J.P. Educação Física e Esportes Adaptados. 1a. Edição. São Paulo: Manole, 2004

 

FF-175 Gestão da Qualidade de Vida em Ambientes Corporativos

Ementa: A disciplina parte de uma reflexão crítica sobre as características das organizações formais, destacando a administração pública e as empresas em mercados competitivos, para apontar os principais problemas decorrentes da atuação pessoal e cotidiana nestes ambientes. Discute as principais tendências atuais na pesquisa sobre qualidade de vida e apresenta alternativas de intervenção possíveis, tendo como eixos fundamentais a questão da saúde (através de programas de promoção da saúde e atividade física), a questão da fadiga organizacional (destacando a questão do ambiente de Trabalho, prevenção de agravos somáticos/emocionais e do assédio) e as iniciativas de responsabilidade social (impactos internos e externos).
Bibliografia:

GUTIERREZ, Gustavo Luis. Por que é tão difícil participar, São Paulo, Paulus, 2004.
MARQUES, Renato F. R. Esporte e qualidade de vida: uma percepção sociológica, dissertação defendida junto ao programa de pós da FEF UNICAMP, 2007, 149 p.
MOTTA, Fernando C. Prestes e Vasconcelos, Isabella F. Gouveia. Teoria geral de administração, Pioneira, São Paulo, 2002. Site: http://www.fef.unicamp.br/fef/qvaf/

 

  • FF-190 Estudos Avançados em Esporte Adaptado

Ementa: Estudo do treinamento em atletas e praticantes de esportes adaptado. Estudos em modalidades esportivas adaptadas. Estudos em modalidades esportivas paraolímpicas. Recursos tecnológicos. Classificação funcional.
Bibliografia:
Frontera, W. R.; Dawson, D. M.; Slovik, D. M. Exercício Físico e Reabilitação. Trad. Maria da Graça Figueró da Silva e Jussara Burnier. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
Sherril, C. Adapted Physical Activity, Recreation and Sport: Crossdisciplinary and Lifespan. 5th edition Dubuque: McGraw-Hill, 1998.
Winnick, J. P.; Short, F. X. The Brockport Physical fitness test manual. Human Kinetics: Champaign, Illinois, 1999.
GORLA, J. I.; CAMPANA, M. B.; OLIVEIRA, L. Z. Teste e avaliação em esporte adaptado. São Paulo: Phorte, 2009.
ASIA/IMSOP. International Standards for Neurological and Functional Classification of Spinal Cord Injury - Revised, 1992. American Spinal Cord Injury Association, Chicago 1992.
GORLA, J. I. (Org.) . Educação Física Adaptada: o passo a passo da avaliação. 1. ed. São Paulo: Phorte Editora, 2008. v. 2000. 132 p.
Goosey-Tolfrey, V. L. (ed.). Wheelchair Sport: A complete guide for athletes, coaches, and teachers. Human Kinetcs, 2010.

 

  • FF-191 Envelhecimento e Atividade Física

Ementa: Conhecimentos teóricos relacionados a fisiopatologia do envelhecimento e os processos adaptativos dessa população especial ao exercício físico, seus riscos e benefícios
Bibliografia:
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AMERICAM COLLEGE SPORTS AND MEDICINE (ACSM). Diretrizes da ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 6a edição, Ed. Guanabara Koogan, 2003.
CACHIONE, M. Quem educa os idosos?. Um estudo sobre professores de Universidade da Terceira Idade. Ed. Alínea, 2003.
CAMARANO, A. A.; KANSO, S.; LEITÃO E MELLO, J. Como vive o idoso brasileiro? OS NOVOS IDOSOS BRASILEIROS. Muito além dos 60? IPEA. Cap. 1, p. 25-76, 2007.
CAMARANO, A. A. Envelhecimento da População Brasileira: Uma contribuição demográfica. In: Tratado de Geriatria e Gerontologia. Cap. 6, p. 58-71, 2006.
McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogam,  5a ed. 2003.
MATSUDO, S. Avaliação do Idoso: Física & Funcional. Londrina/Paraná, Ed. Midiograf, 2000.
MATSUDO, S. Envelhecimento e Atividade Física, Ed. Midiograf, 2001.
MATSUDO, V.K.R. Testes em Ciências do Esporte, Ed. Gráficos Buriti, 1998.
OKUMA, S. S. Cuidados com o corpo: um modelo pedagógico de Educação Física para Idosos. In: Tratado de Geriatria e Gerontologia. Cap. 134, p. 1092-1100, 2004.
PAPALÉO NETTO, M. O Estudo da Velhice no Séc. XX: Histórico, Definição do Campo e Termos Básicos. In: Tratado de Geriatria e Gerontologia. Cap. 1, p. 2-12, 2006.
SANTARÉM, J.M. Exercícios Resistidos. site www.saudetotal.com.br  www.saudeemmovimento.com.br
SPIRDUSO, W. Dimensões físicas do Envelhecimento. 1. ed. Sao Paulo: Manole, 2005.
MOREIRA, R.O.; MOURA, F.; BENCHIMOL, A.; SALLE, J.E.N. Endrocrinologia Geriátrica. 1.ed.GEN grupo Editorial. 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (ACSM). Programa de Condicionamento Físico da ACSM. Editora Manole, 2a Edição, 1999.
CACHIONE, M. Universidade da Terceira Idade: das origens a experiência brasileira. In: Velhice e Sociedade, Ed. Papirus, 1999.
CARVALHO, R.B.C; Barbosa, R.M.S.P. O Envelhecimento e a Atividade Física. In: Atividade Física para Pessoas com Necessidades Especiais: Experiência e Intervenções Pedagógicas, Cap. 8, p. 81-92, 2003.
CHACON-MIKAHIL, M. P. T. Estudo da Variabilidade da Freqüência Cardíaca nos Domínios do Tempo e da Freqüência antes e após o treinamento físico aeróbio em homens de meia-idade. Campinas, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, 1998. Tese (Doutorado).
FARINATTI, P. T. V. Teorias biológicas do envelhecimento: do genético ao estocástico. Rev. Bras. Med. Esporte, v.8, n.4, p.129-138 – jul/ago, 2002.
FORTI, V. A. M. Influência do treinamento físico aeróbio sobre as respostas cardiovasculares e respiratórias em mulheres na menopausa com e sem terapia de reposição hormonal. Campinas, Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, 1999. Tese (Doutorado).
GEIS, P.P. Atividade Física e Saúde na Terceira Idade: Teoria e Prática. Editora Artmed, 5a Edição, 2003.
GEIS, P.P; RUBÍ, M.C. Terceira Idade: Atividades Criativas e Recursos Práticos. Editora Artmed, 1a Edição, 2003.
JACOB FO, W. Aspectos Anátomo-Fisiológicos do Envelhecimento. A terceira Idade, Sesc ano VI, no 10, São Paulo, Julho, 1995.
MARQUES FO, E. Atividade Física no Processo de Envelhecimento. A terceira Idade, Sesc ano VI, no 10, São Paulo, Julho, 1995.
MAZO, G. Z. Universidade para Terceira Idade: percorrendo novos caminhos. Santa Maria,RGS, Gráfica Novaprova, 1998.
NAHAS, M.V. Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londina/Paraná, Ed. Midiograf, 2001.
OTTO, R. Exercícios Físicos para 3a. Idade. Ed. Manole, 1987.
PIMENTA A, MOREIRA A, FERRAZ L, LAFUENTE J - Impotência sexual na 2ª metade da vida: terapêutica médica - Acta Urol Port, 7-4: 61-68,1990.
PISCOPO, J. Indicações e contra indicações de exercícios e atividade para pessoas idosas. Cadernos de 3a Idade. SESC/São Paulo, v.9, p.35-41, 1992.
POLLOCK, M. L., et al. Prescrevendo exercícios para os aparentemente saudáveis. In: Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro/RJ. Medsi, cap.3, p.251/306, 1984.
PRADO, M.A. Medicina Orto-Molecular e Geriatria. A terceira Idade, Sesc ano VI, no 10, São Paulo, Julho, 1995.
RASO, V.; ANDRADE, E. L.; MATSUDO, S. M.; MATSUDO, V. K. R. Exercício aeróbio ou de força muscular melhora as variáveis da aptidão física relacionadas à saúde em mulheres idosas? Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. Londrina, v. 2, N. 3, pg. 36-49, 1997.
WAGORN, Y., et al. Manual de Ginástica e bem estar para a 3a. Idade. Ed. Marco Zero, 1992.
ZAGO, A. S.; GOBBI, S. Valores normativos da aptidão funcional de mulheres de 60 a 70 anos. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. v.11,n.2, p.77-86, junho de 2003.
 

  • FF-194 Bases Fisiológicas da Adaptação Neuromuscular à Atividade Física

Ementa: A disciplina abordará as bases biológicas da atrofia (e.g. envelhecimento, sarcopenia) e hipertrofia muscular, e como o treinamento físico através do controle das suas variáveis pode gerar um estímulo para mudanças morfológicas e funcionais do músculo esquelético.
Bibliografia:
Baeche, T. R., Earle, R.W. Fundamentos do Treinamento de Força e do Condicionamento, 3ª ed. Barueri: Manole, 2009.
Close GL, Kayani A, Vasilaki A, McArdle A. Skeletal muscle damage with exercise and aging. Sports Medicine (Auckland). 2005;35(5):413-27.
Crewther B. Possible stimuli for strength and power adaptation: acute hormonal responses. Sports Medicine. 2006;36(3):215-38.
Farrel P.A., Joyner, M.J., Caiozzo, V.J. ACSMs Advanced Exercise Physiology , 2nd ed. Baltimore: Lippincott Willians and Wilkins, 2011.
Gardiner, P.F. Advanced Neuromuscular Exercise Physiology (Advanced Exercise Physiology) , Champaign: Human Kinetics, 2011.
Gardiner, P.F. Neuromuscular aspects of physical activity , Champaign: Human Kinetics, 2001.
Jones, D., Round, J., Haan, A. Skeletal muscle from molecules to movement.
London: Churchill Livingstone, Elsevier; 2004.
Komi, P.V. Força e Potência no Esporte, 1ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Kraemer WJ, Ratamess NA. Hormonal responses and adaptations to resistance exercise and training. Sports Medicine. 2005;35(4):339-61.
Lieber, R.L. Skeletal muscle structure, function and plasticity, 3rd ed., Baltimore: Lippincott Willians and Wilkins, 2010.
MacIntosh, B. R. Gardiner, P.F. McComas, A.J. Skeletal Muscle: Form and Function, 2nd ed. Champaign: Human Kinetics, 2006.
Tiidus, P.M. Skeletal muscle damage and repair, Champaign: Human Kinetics, 2008.

  • FF-196 Adaptações Moleculares da Atividade Física na Saúde e na Doença​

Ementa: Estudo das adaptações funcionais e moleculares da atividade física na saúde e nas principais doenças crônicas não transmissíveis.
Bibliografia: 

Bibliografia básica:

  1. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J. Biologia molecular da célula. 5ª ed. São Paulo: Artmed, 2009.
  2. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e prescrição de exercícios. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
  3. KRIEGER, J.E. Bases Moleculares das Doenças Cardiovasculares. 1ª ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
  4. MOOREN, F.C.; VOLKER, K. Fisiologia do Exercício Molecular e Celular. 1ª ed. São Paulo: Santos, 2012.
  5. NEGRÃO, C.E; BARRETO, A.C.P. Cardiologia do Exercício: do atleta ao cardiopata. 3ª ed. Barueri: Manole, 2010.
  6. RASO, V.; GREVE J.A.D.; POLITO, M.D (org.). Pollock: fisiologia clínica do exercício. 1ª ed. Barueri: Manole, 2013.

Bibliografia complementar:

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  2. ELLISON, G.M.; WARING, C.D.; VICINANZA, C.; TORELLA, D. Physiological cardiac remodelling in response to endurance exercise training: cellular and molecular mechanisms. Heart, 98(1):5-10, 2012.
  3. EGAN, B.; ZIERATH, J.R. Exercise metabolism and the molecular regulation of skeletal muscle adaptation. Cell Metab, 5;17(2):162-84, 2013.
  4. FERNANDES, T.; SOCI, U.P.; OLIVEIRA, E.M. Eccentric and concentric cardiac hypertrophy induced by exercise training: microRNAs and molecular determinants. Braz J Med Biol Res, 44(9):836-47, 2011.
  5. FILLIPAS, S.; CHERRY, C.L.; CICUTTINI, F.; SMIRNEOS, L.; HOLLAND, A.E. The effects of exercise training on metabolic and morphological outcomes for people living with HIV: a systematic review of randomised controlled trials. HIV Clin Trials, 11(5):270-82, 2010.
  6. GOULD, D.W.; LAHART, I.; CARMICHAEL, A.R.; KOUTEDAKIS, Y.; METSIOS, G.S. Cancer cachexia prevention via physical exercise: molecular mechanisms. J Cachexia Sarcopenia Muscle, 4(2):111-24, 2013.
  7. GUPTA, R.; DEEDWANIA, P. Interventions for cardiovascular disease prevention. Cardiol Clin, 29(1):15-34, 2011. HEAPS, C.L.; PARKER, J.L. Effects of exercise training on coronary collateralization and control of collateral resistance. J Appl Physiol (1985), 111(2):587-98, 2011. LOVERING, R.M.; BROOKS, S.V. Eccentric exercise in aging and diseased skeletal muscle: good or bad? J Appl Physiol (1985), 116(11):1439-1445, 2014.
  8. MANG, C.S.; CAMPBELL, K.L.; ROSS, C.J.; BOYD, L.A. Promoting neuroplasticity for motor rehabilitation after stroke: considering the effects of aerobic exercise and genetic variation on brain-derived neurotrophic factor. Phys Ther, 93(12):1707- 16, 2013.
  9. MORI, M.; HIGUCHI, K.; SAKURAI, A.; TABARA, Y.; MIKI, T.; NOSE, H. Genetic basis of inter-individual variability in the effects of exercise on the alleviation of lifestylerelated diseases. J Physiol, 587(Pt 23):5577-84, 2009.
  10. PERRINO, C.; GARGIULO, G.; PIRONTI, G.; FRANZONE, A.; SCUDIERO, L.; DE LAURENTIS, M.; MAGLIULO, F.; ILARDI, F.; CAROTENUTO, G.; SCHIATTARELLA, G.G.; ESPOSITO, G. Cardiovascular effects of treadmill exercise in physiological and pathological preclinical settings. Am J Physiol Heart Circ Physiol, 300(6):H1983-9, 2011.
  11. PHAN, T.T.; SHIVU, G.N.; ABOZGUIA, K.; SANDERSON, J.E.; FRENNEAUX, M. The pathophysiology of heart failure with preserved ejection fraction: from molecular mechanisms to exercise haemodynamics. Int J Cardiol, 158(3):337-43, 2012.
  12. POWERS, S.K.; QUINDRY, J.C.; KAVAZIS, A.N. Exercise-induced cardioprotection against myocardial ischemia-reperfusion injury. Free Radic Biol Med, 44(2):193- 201, 2008.
  13. RANKINEN, T.; BOUCHARD, C. Gene-physical activity interactions: overview of human studies. Obesity (Silver Spring), 16 (Suppl 3):S47-50, 2008.
  14. SCHULER, G.; ADAMS, V.; GOTO, Y. Role of exercise in the prevention of cardiovascular disease: results, mechanisms, and new perspectives. Eur Heart J, 34(24):1790-9, 2013. STANFORD, K.I.; GOODYEAR, L.J. Exercise and type 2 diabetes: molecular mechanisms regulating glucose uptake in skeletal muscle. Adv Physiol Educ, 38(4):308-14, 2014.
  15. STUREK, M. Ca2+ regulatory mechanisms of exercise protection against coronary artery disease in metabolic syndrome and diabetes. J Appl Physiol (1985), 111(2):573-86, 2011.
  • FF-197 Gestão Esportiva, da Atividade Física e Qualidade de Vida​

Ementa: A disciplina vai familiarizar o aluno com os conceitos básicos da área de administração de empresas (marketing, relações humanas, finanças, produção e planejamento), discutir a especificidade do campo esportivo, da atividade física e da qualidade de vida nas organizações para, por fim, apresentar e discutir a aplicação dos princípios da administração nestes espaços, através de discussões conceituais e resolução de casos.

Bibliografia:

ALMEIDA, Marco. B., GUTIERRZ, G. L. e MARQUES, R.F. R. Qualidade de vida, São Paulo, EACH, 2012. Disponível em http://each.uspnet.usp.br/edicoes-each/qualidade_vida.pdf
​BERTEVELLO, G. Qualidade no atendimento da academia, São Paulo, Ícone Editora, 1996.
​CHIAVENATO, Teoria geral de administração, São Paulo, McGraw Hill, 1993.
​CONTURSI, E. B. Marketing Esportivo, Rio de Janeiro, Sprint, 1996.
​GITMAN, Laurence. Princípios de administração financeira, São Paulo,  Pearson, 2010.
​GUTIERREZ, G. L. Gestão comunicativa: maximizando criatividade e racionalidade, Rio de Janeiro, Qualitymark, 1999.
_________. Por que é tão difícil participar, São Paulo, Paulus, 2004.
_________,  Vilarta R., GONÇALVES, A.  (orgs.). Gestão da qualidade de vida na empresa, Campinas, Ipês, 2005. Disponivel em http://www.fef.unicamp.br/fef/qvaf/gestao-da-qualidade-de-vida-na-empresa.
_________, VILARTA, R., CARVALHO, T. H. P. F. , GONÇALVES, A. )orgs.)  Qualidade de vida e fadiga organizacional, Campinas, Ipes, 2006. Disponível http://www.fef.unicamp.br/fef/qvaf/qualidade-de-vida-e-fadiga-institucional.
_________, VILARTA, R. )orgs).  Qualidade de vida no ambiente corporativo, Campinas, Ipês, 2008. Disponível em http://www.fef.unicamp.br/fef/qvaf/qualidade-de-vida-no-ambiente-corporativo
​KOTLER, Philip e KEVIN, L. Keller. Administração de marketing, São Paulo, Pearson, 2006.
​LAUGENI, Fernando P. M. e PETRONIO, Garcia. Administração da produção, São Paulo, Saraiva, 2005.
​MALLEN, C. Gestão de eventos esportivos, recreativos e turísticos, São Paulo, Manole, 2012
MARQUES, Renato F. R. e GUTIERREZ, G. L, O esporte paraolímpico no Brasil, São Paulo, Phorte, 2014.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos, São Paulo, Saraiva, 2011.
​MATTAR, F. N. Gestão de negócios esportivos, São Paulo, Elsevier, 2013.
NETO, F. P. M. Projetos de marketing esportivo e social, Londrina, Midiograf, 1997.
____, Administração e marketing de clubes esportivos, Rio de Janeiro, Sprint, 1998.
____, Gestão do esporte como produto e serviço, São Paulo, CRV, 2013.
PARIS, Roche F. Gestão desportiva: planejamento estratégico nas organizações desportivas, Porto Alegre, Artmed, 2002.
​PITTS, B. G. e  STOTLAR, D. K. Fundamentos de marketing esportivo, São Paulo, Phorte, 2002.
​POZZI, L. F. A grande jogada: teoria e praticado marketing esportivo, São Paulo, Globo, 1998.
​PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE -CAPÍTULO SÃO PAULO, BRASIL. Disponível em: <http://www.pmisp.org.br/institucional/pmi/o-instituto>.
​PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®). Atlanta-GA: Project Management Institute, 2008.
​REZENDE, J. R. Organização e administração no esporte, Rio de Janeiro, Sprint, 2000.
VIANA VARGAS, R. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo Diferenciais Competitivos, 4. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009a.
VIANA VARGAS, R. Manual Prático do Plano do Projeto, 4ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009b.
​WESLEY, Cardia. Marketing esportivo e administração de arenas, São Paulo, Atlas, 2014.

Disciplinas Eletivas II

  • FF-121 Tópicos em Estudos da Atividade Física, Adaptação e Saúde

Ementa: Abordagem de tópicos escolhidos de comum acordo entre o docente e os alunos. Estudo de temas sobre educação física especial, esportes adaptados, nutrição, 3ª idade, doenças crônicas, avaliação e elaboração de programas dirigidos à promoção da saúde e à qualidade de vida.

Bibliografia:
BRACCO, M. M. ; Rocha Ferreira, Maria Beatriz ; Morcillo, André Moreno ; Colugnati, Fernando ; Jenovesi, Jefferson . Gasto energético entre crianças de escola pública obesas e não obesas. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v. 10, n. 3, p. 29-35, 2002.
CARVALHO, R. B. ; FORTI, V. A. M. . Atividade física na reabilitação cardíaca.. In: Edison Duarte e Sonia Toyoshima Lima.. (Org.). Atividade Física para pessoas com necessidades especiais: experiências e intervenções pedagógicas.. : Guanabara Koogan, 2003, v. , p. 47-62.
DUARTE, E. . A atividade física e qualidade de vida de pessoa com seqüela de acidente vascular cerebral isquêmico.. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 10, n. 01, p. 47-54, 2002.
DUARTE, E. . Influências das Atividades Físicas Adaptadas sobre a Manifestação de Crises de Broncoespasmo em Indivíduos com Asma Brônquica. Revista Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada, v. 5, n. 1, p. 19-24, 2000.
DUARTE, E. . The effects of Task Variations upon motor B. of children with Down Syndrome. Brazilian International Journal of Adapted Physical Education Research, v. 2, n. 1, p. 15-32, 1995.
DUARTE, E. ; LIMA, S. M. T. . Atividade Física para Pessoas com Necessidades Especiais: Experiências e Intervenções Pedagógicas.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 104 p.
FIGUEIREDO, V. M. C. ; TAVARES, M. C. G. C. F. ; VENÂNCIO, S. . Uma reflexão sobre a pessoa portadora de deficiência visual e a dança. Motrivivência, Florianópolis, v. 12, p. 213-220, 1999.
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FORTI, V. A. M. . Envelhecimento e Atividade Física: auxiliando na melhoria e manutenção da qualidade de vida.. In: NERI, A. L. & CACHIONE, M... (Org.). Saúde e Qualidade de Vida na Velhice.. : Átomo e Alínea., 2004.
FORTI, V. A. M. ; CHACON-MIKAHIL, M. P. ; CATAI, A. M. ; MARTINELLI, F.S. ; GOLFETTI, R. ;
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GUTIERREZ, Gustavo L (Org.) ; VILARTA, Roberto (Org.) . Gestão da Qualidade de Vida na Empresa. 1. ed. Campinas, SP: IPES Editorial, 2005. v. 1. 189 p. GONÇALVES, A. (Org.) ; VILARTA, Roberto (Org.) . Qualidade de Vida e Atividade Física : Explorando teoria e prática. 1. ed. Barueri,SP: Editora Manole Ltda, 2004. v. 1. 287 p. GONÇALVES, A. ; VILARTA, Roberto . Qualidade de Vida: Identidades e Indicadores. In: Aguinaldo Gonçalves. (Org.). Qualidade de Vida e Atividade Física: explorando teorias e práticas.. 1 ed. Barueri,SP: Editora Manole, 2004, v. 1, p. 03-25.
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TAVARES, M. C. G. C. F. . Imagem Corporal e Qualidade de Vida. In: Aguinaldo Gonçalves. (Org.). Atividade Física e Qualidade de Vida: explorando concepções e práticas.. : Manole, 2003, .
TAVARES, M. C. G. C. F. . Imagem Corporal, Comunicação e a Dança em Cadeira de Rodas. In: Eliana Lúcia Ferreira; Maria Beatriz Rocha Ferreira; Vera Aparecida Madruga Forti. (Org.). Interfaces da Dança para Pessoas com Deficiência. : Gráfica R. Vieira, 2002, v.
VILARTA, R. (Org.). Qualidade de Vida e Políticas Públicas: Saúde, Lazer e Atividade Física.. 1 ed. Campinas,SP: IPES Editorial, 2004.v1.
VILARTA, Roberto (Org.) ; CARVALHO, Tereza Helena Portela Freire de (Org.) ; GONÇALVES, A. (Org.) ; GUTIERREZ, Gustavo Luis (Org.) . Qualidade de Vida e Fadiga Institucional. 1. ed. Campinas: IPES EDITORIAL, 2006. v. 1. 299 p. Wolinsky, I., Hickson Jr., J. F. Nutrição no exercício e no esporte. 2.ª ed. São Paulo, Roca, 1996.
 

 

  • FF-122 Tópicos em Estudos da Atividade Física Adaptada

Ementa: Abordagem de tópicos escolhidos de comum acordo entre o docente e os alunos. Estudo de temas sobre correlações anatomo-fisiológicas em distúrbios do movimento e a pessoa com deficiência.

Bibliografia:
ADAMS, R. Jogos, esportees e exercícios para o deficiente físico. São Paulo, Manole 1990
BRODAL, A. Neurological Anatomy in Relation to Clical Medicine. N. Y. Oxford Medical Pub. 1994
CARMO. A. A. Deficiência Física: a sociedade brasileira cria, recupera e discrimina Brasília PR/ Se. Desporto 1991
MERRIT, H. H. Tratado de Neurologia Rio de Janeiro Ed. Guanabara Koogan 1977
ROBINSON, J. FOX, A. D. Scuba diving with disabilities, Champaing: Human Kinetics, 1993.